Segue abaixo, outra reportagem retirada do site do jornal Globo .
03/08/2013 13h06
- Atualizado em
03/08/2013 13h28
Punições disciplinares aplicadas à PMs são suspensas por comandante
Medida vale para casos de menor potencial ofensivo.
Informação foi publicada pelo Jornal Extra.
O comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Erir Ribeiro da Costa Filho, suspendeu punições disciplinares aplicadas a PMs desde outubro 2011, como publicou o Jornal Extra neste sábado (3). A corporação informou que a medida vale para casos de menor potencial ofensivo, mas não detalhou quais são os casos.
Alguns policiais foram dispensados até do cumprimento de prisão porque, segundo a PM, trabalharam em escalas de serviço extenuantes nos últimos dois meses, por causa, por exemplo, das manifestações que ocorreram na cidade. A PM informou também que os casos mais graves continuam no Conselho de Disciplina.
Desaparecimento Amarildo
Policiais militares que trabalham na UPP da Rocinha, na Zona Sul do Rio, devem prestar depoimento até segunda-feira (5) ao delegado que investiga o desaparecimento de Amarildo de Souza. Neste sábado (3), agentes voltaram à Rocinha para uma nova perícia. As informações são do RJTV.
Sete pessoas já foram ouvidas na Divisão de Homicídios, entre elas a mulher e os filhos do auxiliar de pedreiro Amarildo de Souza. Os policiais da UPP devem prestar depoimento até segunda-feira (5).
Na sexta-feira (2), investigadores fizeram uma perícia na sede da unidade na Rocinha e usaram uma substância química que permite encontrar vestígios de sangue mesmo que o local tenha sido lavado. Segundo a polícia, o resultado deve sair nos próximos dias.
Amarildo foi visto pela última vez no dia 14 de julho. Amarildo foi visto pela última vez no dia 14 de julho. A PM diz que ele foi confundido com um bandido e liberado depois da averiguação.
Um exame de DNA já comprovou que o sangue encontrado em um dos carros da UPP não é de Amarildo.
O GPS da viatura que transportou o pedreiro estava desligado. Também não estavam funcionando as câmeras de segurança da sede da unidade.
Investigadores estão percorrendo a Rocinha e tentam encontrar imagens de câmeras instaladas em prédios e pontos comerciais que ajudem a esclarecer o desaparecimento de Amarildo.
O caso está sendo acompanhado pela ministra da secretaria de Direitos Humanos, que chegou a atribuir a responsabilidade do desaparecimento à PM. A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro disse que esta é uma conclusão prematura.
O delegado que investiga o caso, Rivaldo Barbosa, vai voltar na comunidade ainda neste sábado. Ele vai fazer perícias complementares e intimar novas pessoas.
“Enquanto nós não tivermos uma linha bem definida, todos os dias a Divisão de Homicídios vai até a Rocinha. Depois da formação da UPP, vários casos aconteceram na Rocinha e nós tivemos o sucesso com essa técnica, a técnica de aproximação da Divisão de Homicídios, da Polícia Civil com a comunidade. A comunidade vai nos ajudar”, afirmou o delegado Rivaldo Barbosa.
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